Sobre Turma da Marielle em: Racismo Recreativo não é brincadeira!

O grupo de estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Zélia Amador de Deus (nome fictício) debate entre si atitudes racistas no cotidiano escolar a partir de uma conversa na hora do intervalo vendo no celular um vídeo de um show de humor em que é feita uma piada racista com o cabelo de uma pessoa negra. Outras colegas escutam as risadas e intervém com os colegas de turma. As crianças entram em um debate acerca do conteúdo de piadas que depreciam pessoas negras. Entra em cena a Merendeira Dona Naza, para servir o lanche, e acaba se inserindo na conversa. Dona Naza reforça os argumentos antirracistas fala sobre a ideia de racismo recreativo com os meninos. Eles entendem os argumentos, mas ainda ficam achando que as críticas reduzem o humor das brincadeiras do dia a dia. Todos eles resolvem fazer uma roda de conversa com a comunidade escolar para debater o assunto. A roda de conversa é organizada na quadra da escola pelas próprias crianças, que convidam não só os estudantes, mas também os pais e demais funcionários da comunidade escolar. Nessa roda de conversa, a Merendeira Dona Naza é a condutora da discussão, mas são as crianças que debatem, explicam e refletem sobre as situações cotidianas de racismo recreativo no ambiente escolar.

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