Sobre AÇÕES, práticas colaborativas e estratégias DIY nas artes

Sob o título “Ações, práticas colaborativas e estratégias DIY nas artes”, esta obra coletiva convoca-nos às ações, às práticas, aos tempos, das resistências e dos quotidianos das artes. As artes são uma miríade de relacionamentos e de relatos que se perpetuam nos tempos e nos espaços. É dentro destes que as situações mundanas acontecem e se transformam em vivências, experiências e memórias. Todos os atos e ações são, na sua essência, fragmentos temporais que podem ser entendidos como uma espécie de conceção fenomenológica da vida e que são, na verdade, essenciais para nós – enquanto cientistas sociais – compreendermos o mundo da vida (MOURÃO, 2016). Tal como Schutz (1979) nos refere, estamos, de forma permanente, a dar significados simbólicos aos lugares da realidade. Interessante é constatar que o mote de Schutz está ubíquo nesta obra ensinando que as relações entre as experiências vividas e as ações que levam à realização das mesmas se desenvolvem em curvas por caminhos oblíquos.

Temas y géneros

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