Sobre AUTISMO: DA TEORIA À PRÁTICA, UMA QUESTÃO DE DREITOS

Ocorre que os Direitos da Pessoa Autista são essenciais para a inclusão deste público junto à sociedade, vez que, infelizmente, as barreiras atitudinais são impostas a ele nas mais variadas formas. O preconceito, a discriminação, o bullying, o assédio moral e o capacitismo são barreiras atitudinais que obstaculizam o acesso e permanência da pessoa autista nos espaços, bem como atentam à saúde mental e física de cidadãos que possuem, constitucionalmente, direitos fundamentais, individuais e coletivos, além daqueles que visam a igualdade de oportunidades. A conscientização é um passo imprescindível para mudar a forma como o ser humano, por vezes, instintivamente, se comporta eivado de preconceitos. Sem dúvidas, as pessoas não nascem preconceituosas, mas, no decorrer da sua infância, vão assimilando aquilo que lhes é oferecido como exemplo, nos mais diversos ambientes. O preconceito, um julgamento antecipado baseado em estereótipos/generalizações e sem conhecimento real e necessário sobre um determinado assunto, leva a pessoa a praticar diversas formas de ações prejudiciais a outrem.

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