
Ficha del libro
SAÚDE MENTAL EM ACADÊMICOS DA ÁREA DE SAÚDE E O USO DO TRIPTOFANO
Sobre SAÚDE MENTAL EM ACADÊMICOS DA ÁREA DE SAÚDE E O USO DO TRIPTOFANO
O início da vida adulta é marcado por mudanças psicossociais importantes, dentre elas, a entrada em uma universidade, onde muitos passam de estudante de ensino médio para estudante universitário/futuro profissional. A entrada em um ambiente universitário é marcada por transformações significativas e complexas na forma como o discente reflete em diferentes círculos da sua vida, podendo amadurecer intelectualmente e pessoalmente (PAPALIA e FELDMAN, 2013). Aproximar-se de um padrão na vida desse indivíduo, que entra em um mundo acadêmico cheio de normas, métodos, grupos e pessoas desconhecidas. Dessa forma, está novidade educacional agrega uma necessidade do discente de criar um perfil universitário. No entanto, esse processo pode ser repleto de imaginações, ansiedade, agitações e angústias (MARTINCOWSKI, 2013). Portanto, durante esse período de acomodação, desenvolvimento e aprendizagem, os universitários se caracterizam em suas esperanças, na sua autonomia, desenvolturas cognitivas, motivações, atuação acadêmica e desenvolvimento psicossocial (MERCURI e POLYDORO, 2004). O bem-estar psicológico do estudante universitário, tem um desafio, o conhecimento acadêmico que pode se constituir de uma instigação que se apresenta ao universitário, podendo induzir na sua relação interpessoal com outros discentes, docentes, e demais funcionários da instituição de ensino. Estudos feitos, mostram que ao entrarem em uma faculdade, os estudantes são submetidos a um desgaste emocional, especialmente pela auto-cobrança, expectativa da família, sono desregulado e muitas horas de estudo. Por esse motivo, o desgaste emocional define-se como um grande colaborador para o desenvolvimento de transtornos mentais. Universitários da área de saúde, indicam amplas possibilidades de desencadear algum tipo de transtorno, que atinge diretamente com o ser humano, com o esgotamento psíquico etc. Revisões literárias, apresentam estudos brasileiros e internacionais, apontam percentagens entre 15 a 29% de universitários ocasionando algum tipo de transtorno psiquiátrico durante sua vida acadêmica. (CERCHIARI; CAETANO; FACCENDA, 2005). Dentre eles, a depressão, o estresse e ansiedade tem sido um crescente entre os estudantes. Nesse norte, como se manter nesse ambiente propiciador de ansiedades, estresses e depressivo, dentro de parâmetros considerados aceitáveis?
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