Portada de De Mutum a Dom Aquino: memórias de um tempo ido

Ficha del libro

De Mutum a Dom Aquino: memórias de um tempo ido

Sobre De Mutum a Dom Aquino: memórias de um tempo ido

Notas Introdutórias – O devir A palavra devir vem do latim devenire2 e parte de um conceito filosófico que indica mudanças, o que está por vir. Na língua portuguesa, um verbo intransitivo: fazer existir, formar-se ou transformar-se. Igualmente é atribuída, à palavra devir, o processo de mudanças efetivas as quais todos os seres humanos passam. É sobre esse devir de mudanças e transformações que estas páginas se apresentam. Destrinchar os vestígios deixados pelos pioneiros é remexer em lembranças, felizes ou tristes, memórias e reminiscências daqueles que pertenceram a um determinado lugar. Não é uma reconstrução do passado, nem tão pouco perspectiva do futuro; historiar, nesta narrativa em específico é, por determinado período, reviver contos, causos e relatos. Dom Aquino ou “Donkas” – como é carinhosamente conhecido pelos seus, traznos lembranças de tempos idos: dos batuques de samba em frente à praça central; do sino da Igreja Matriz que, ao tocar, poderia – em suas badaladas – estar convidando os fiéis a participarem da missa ou anunciando algum falecimento; da escola das irmãs ao centro educacional; do festival de praia no Rio São Lourenço à folia de Reis; dos bailes, brincadeiras dançantes e matinês no Clubão3 à festa de peão. Das marchas cívicas às cavalgadas; dos desfiles de misses ao Carnaval de rua; das procissões aos comícios. Dos jogos de futebol aos banhos nos Rios Mutum e São Lourenço. Das voltas incansáveis em torno da praça; das fugas para a cidade vizinha de Jaciara; das amizades que ali se fizeram e que permanecem até hoje; dos amores correspondidos e dos beijos escondidos; dos que já partiram, mas que permanecem em nós. De tantas memórias guardadas e histórias contadas que acalentam o coração de quem por lá viveu ou passou. As tessituras dessas vozes deram origem a relatos que buscam ser fiéis à complexidade e seriedade da formação de Dom Aquino. Não se trata apenas de um resgate de datas e eventos, mas de uma tentativa de captar a alma da comunidade;

¿Cuántas páginas tiene De Mutum a Dom Aquino: memórias de um tempo ido?

Esta edición de De Mutum a Dom Aquino: memórias de um tempo ido tiene 174 páginas. El tiempo para terminarlo depende de cuántas páginas leas al día.

20 páginas al día

~9 días

30 páginas al día

~6 días

50 páginas al día

~4 días

Es una estimación por ritmo diario, no por velocidad en palabras por minuto.

Calcula cuánto tardarías tú en leerlo →

Temas y géneros

História do BrasilMutumAquinomemórias

Guárdalo, registra tu progreso y compártelo con otros lectores.

La actividad de la comunidad aparecerá aquí cuando exista suficiente señal para que sea útil.