Sobre AFRO-SENTIR E DOCÊNCIA MEMÓRIAS DE RESSUBJETIVIZAÇÃO DOS CORPOS NEGROS

O projeto “Afro-sentir e docência: memórias ”, pautado na área de concentração Cultura, Filosofia e História da Educação (FEUSP), a partir apresentou, a partir de aquilombamentos urbanos, a necessidade docente de olhar para si, para a afrogenia que lhe constitui. Metodologicamente, esta pesquisa se baseou no processo de afro-sentir (Silva, 2019) e em sua atualização, pautada na compreensão da afrogênese (Walker, 2018). Como combater o racismo, se não temos uma conexão afrogênica que nos possibilite atuar de maneira crítica, contra-hegemônica e atenta à arte representativa de nossa autoria? Este problema de investigação encontra no eixo Rio x São Paulo, uma encruzilhada de comunicação e acesso e possíveis respostas (Rufino, 2018; 2021). e ao centrar-se no pensar em movimento ancestral (Miranda, Do Carmo e Fernandes, 2020) se depara com caminhos para a sua aplicação e construção de novas memórias (Izquierdo et. al, 2013). Estas dão margem a novas reinterpretações do corpo negro e de sua história (Nogueira, 2021).

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