
Ficha del libro
Mulheres artistas: nos salões e em toda parte
Sobre Mulheres artistas: nos salões e em toda parte
Mulheres artistas: nos salões e em toda parteNa história da arte brasileira temos alguns nomes femininos muito reconhecidos, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Lygia Clark, Mira Schendel, Adriana Varejão, entre tantas outras. Porém, antes delas, e ao lado delas, houve muitas outras artistas mulheres que participaram do sistema artístico e não desfrutaram do mesmo reconhecimento. De um modo geral, aquelas artistas vinculadas à tradição acadêmica implantada com a fundação da Academia Imperial de Belas Artes, em 1826, foram bastante menosprezadas. Embora proibidas de cursarem a Academia até 1892, as mulheres estiveram presentes nos salões, como expositoras, desde 1840 – e foram muitas, centenas! No entanto, nem suas participações, nem os prêmios recebidos, garantiram reconhecimento póstumo. Os próprios salões foram pouco estudados, especialmente aqueles que foram contemporâneos aos movimentos modernistas (entre os anos 1920 e 1940). Vistos em geral como “passadistas” ou “anacrônicos”, essas instituições tiveram, na época, um papel fundamental de movimentar e estruturar a vida artística em diversas cidades do Brasil. Os salões desafiam também a narrativa de que a história da arte brasileira é constituída por uma linha evolutiva, calcada na ideia de ruptura, que confere supremacia a movimentos como modernismo, abstracionismo, concretismo, etc. Ao contrário, os salões deixam claro que uma parcela significativa dos e das artistas atuantes no país, viam-se como herdeiros de uma tradição que se renovava – esse é o caso da maior parte das artistas aqui representadas. A exposição é, assim, um convite a repensá-las a partir de seus próprios termos, ou seja, como mulheres que procuraram atuar como artistas profissionais, que lutaram para viver de seu ofício, construir um nome próprio e contribuir para a consolidação de um campo artístico mais institucionalizado. Elas fizeram parte de uma história que é muito mais coletiva e plural do que estamos habituados a pensar.
¿Cuántas páginas tiene Mulheres artistas: nos salões e em toda parte?
Esta edición de Mulheres artistas: nos salões e em toda parte tiene 56 páginas. El tiempo para terminarlo depende de cuántas páginas leas al día.
20 páginas al día
~3 días
30 páginas al día
~2 días
50 páginas al día
~2 días
Es una estimación por ritmo diario, no por velocidad en palabras por minuto.
Calcula cuánto tardarías tú en leerlo →Temas y géneros
Guárdalo, registra tu progreso y compártelo con otros lectores.
La actividad de la comunidad aparecerá aquí cuando exista suficiente señal para que sea útil.